ALGO (A Janela do Sótão)
Algo envereda Pelo silêncio De toda queda. Reconstrói o ócio
Envenenado Das circunstâncias. O vesgo enfado De velhas ânsias
Flutua, tímido, No sustenido Tom destemido
Vindo, silente, Na transcendente Dor decadente.
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