| Aroldo,
desculpe se meti os pés pelas mãos com relação
às camisas, mas eu queria guardar comigo uma lembrança
diferente de papel e livros e injetar-te a possibilidade de uma
futura divulgação de forma exótica ou, quem
sabe, ganhar o cargo de empresária(se o salário
for maior que o meu atual), certo?! Mais uma vez, minhas desculpas.
Faço-lhe saber que já exibi a minha blusa com o
teu autógrafo pelas ruas de Salvador inclusive pelo Pelourinho
e Igrejas que fui visitar com minha amiga Hury, a qual quer uma
camisa dessas também... As poesias expostas nas camisas
foram feitas do teu próprio punho... Portanto, meu amigo,
agradeço a Deus por ter-me dado a oportunidade de participar
contigo de um peça promovida por esse grande teatro que
é a vida, na qual foste o protagonista principal. Valeu
amigo! Valeu mesmo!
Elda Rodrigues
Salvador/Jacobina, 1997
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